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ACERVO TÉCNICO PERICIAL

eSocial S-2240 e Fatores Ergonômicos: Tabela 24 em Cuiabá

Atualizado em 2026-08-0915 min de leitura
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** O evento S-2240 registra no eSocial as condições ambientais de trabalho e os fatores de risco relacionados à exposição do trabalhador. Para fatores ergonômicos, o RH deve utilizar a versão vigente da Tabela 24, com informações coerentes com PGR, AET, LTCAT quando aplicável, inventário de riscos e medidas previstas na NR-17.
O eSocial S-2240 exige integração entre Recursos Humanos, Saúde e Segurança do Trabalho, medicina ocupacional, folha de pagamento e responsáveis técnicos pelo gerenciamento de riscos. Em Cuiabá e nos demais municípios de Mato Grosso, o desafio não está apenas em transmitir um evento eletrônico: está em garantir que a informação declarada represente o trabalho real.

A expressão “esocial s2240 fatores ergonomicos tabela 24” reúne três elementos relacionados, mas não equivalentes:

1. o evento eletrônico S-2240;
2. a classificação de fatores de risco da Tabela 24 vigente;
3. a avaliação técnica das condições ergonômicas conforme a NR-17.

O S-2240 não é uma análise ergonômica, não substitui o PGR e não transforma automaticamente qualquer fator declarado em atividade insalubre ou perigosa. O evento registra informações ocupacionais estruturadas, enquanto a caracterização, a avaliação e o controle do risco dependem de documentos e métodos técnicos.

“O S-2240 deve ser tratado como uma consequência documental de uma avaliação ocupacional bem conduzida, e não como o ponto de partida para inventar riscos ou preencher códigos genericamente.” — Dr. André Luiz, fisioterapeuta ocupacional, CREFITO-9 MT.

01O que é o eSocial S-2240 e qual sua relação com a ergonomia

O S-2240 é o evento Condições Ambientais do Trabalho – Agentes Nocivos, integrante dos eventos de Saúde e Segurança do Trabalho do eSocial. O evento informa as condições ambientais às quais o trabalhador está ou esteve exposto, incluindo agentes e fatores previstos na estrutura oficial do sistema.

Na prática, o envio deve estar vinculado a:

  • trabalhador identificado corretamente;
  • ambiente de trabalho;
  • atividade efetivamente executada;
  • período de exposição;
  • fator ou agente correspondente;
  • medidas de controle existentes;
  • informações coerentes com os documentos de SST.
O prazo de referência, conforme o Manual de Orientação do eSocial e o leiaute vigente, é
até o dia 15 do mês seguinte ao início da exposição ou à alteração das condições ambientais. Como leiautes, tabelas e regras operacionais podem ser atualizados, o responsável deve conferir a versão oficial aplicável no momento do envio.

A ergonomia possui uma dimensão mais ampla do que o registro previdenciário. A NR-17, atualizada pela Portaria MTP nº 423/2021, determina a avaliação das situações de trabalho e a adoção de medidas de adaptação às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Essa obrigação não desaparece porque determinado fator foi ou não foi informado no S-2240.

A avaliação ergonômica pode abordar:

  • postura;
  • levantamento, transporte e descarga de materiais;
  • aplicação de força;
  • repetitividade;
  • mobiliário;
  • equipamentos;
  • organização do trabalho;
  • ritmo;
  • exigência de tempo;
  • pausas;
  • jornadas;
  • metas;
  • rodízios;
  • aspectos cognitivos e psicossociais.
Um risco ergonômico pode existir mesmo quando não há adicional de insalubridade. O S-2240, portanto, não deve ser usado como filtro exclusivo para decidir se uma situação merece investigação.

O fator ergonômico também não deve ser confundido com agente físico, químico ou biológico. Ruído, calor, produtos químicos, vírus, bactérias, postura, repetitividade e exigência de força possuem naturezas distintas, ainda que possam coexistir no mesmo posto.

Dados financeiros e previdenciários que influenciam a decisão do RH

A inconsistência no S-2240 pode produzir efeitos trabalhistas, previdenciários, administrativos e de governança. A exposição ocupacional também se relaciona ao financiamento dos riscos por meio do RAT e do FAP.

O RAT básico é normalmente associado às alíquotas de 1%, 2% ou 3%, conforme o grau de risco da atividade. O FAP pode variar de 0,5 a 2,0, fazendo com que a carga combinada FAP/RAT possa ser apresentada, em determinados enquadramentos, como variação aproximada de 0,5% a 6% sobre a folha de pagamento. O cálculo real depende da atividade econômica, do estabelecimento e dos parâmetros oficiais.

Dados frequentemente citados em debates de SST apontam que LER/DORT representa mais de 80% dos afastamentos previdenciários relacionados ao trabalho no benefício B91 em determinados recortes e períodos. Esse percentual não deve ser tratado como universal sem indicar fonte, período e metodologia, mas demonstra a relevância econômica e ocupacional da ergonomia.

Para riscos psicossociais, o diretrizes da ISO 45003 é uma escala validada e utilizada no Brasil para investigação de fatores como exigências emocionais, influência no trabalho, apoio, liderança, insegurança e conflito trabalho-vida. A ferramenta pode apoiar o gerenciamento previsto na NR-1, mas não substitui análise técnica, escuta dos trabalhadores ou plano de ação.

Veja o glossário do evento S-2240 para consultar conceitos fundamentais antes da revisão cadastral.

02Tabela 24 do eSocial: como identificar fatores ergonômicos

A Tabela 24 deve ser consultada diretamente na versão oficial vigente do eSocial. Não é recomendável copiar códigos de planilhas antigas, adaptar descrições internas ou criar códigos próprios. O código selecionado precisa corresponder à classificação oficial disponibilizada no ambiente aplicável.

A tabela abaixo apresenta uma orientação de raciocínio, não substituindo a consulta ao leiaute oficial:

Grupo de fator ergonômicoSituação de trabalho possívelEvidências recomendadasCuidado na classificação
Postura inadequadaTronco inclinado, pescoço em flexão, braços elevados ou permanência prolongada em péFotografias técnicas, observação, AEP, AET, entrevistas e inventário de riscosNão classificar apenas pelo nome do cargo
Esforço físicoEmpurrar, puxar, sustentar ou movimentar objetos com exigência de forçaPeso, frequência, distância, força aplicada, registros de tarefaDiferenciar esforço ocasional de exposição habitual
Levantamento e transporte de cargasMovimentação manual em depósito, logística, comércio ou construçãoMassa, frequência, pega, altura, deslocamento e equipe envolvidaAvaliar a tarefa real e a organização do fluxo
RepetitividadeCiclos curtos, alta frequência e pouca variação de movimentosAnálise de ciclos, tempo, frequência, pausas e alternânciaNão presumir repetitividade somente pela função
Aplicação de forçaUso de ferramentas, montagem, corte, prensagem ou acionamento manualForça, ferramenta, resistência, duração e manutençãoVerificar adequação do equipamento e controles
Organização do trabalhoRitmo intenso, metas, pausas insuficientes ou pressão temporalJornada, pausas, metas, registros, entrevistas e indicadoresNão reduzir fatores organizacionais a “falta de atenção”
Exigências cognitivas ou psicossociaisInterrupções, baixa autonomia, conflito de demandas ou atendimento intensodiretrizes da ISO 45003, entrevistas, grupos e indicadores organizacionaisAvaliar coletivamente e preservar confidencialidade

A descrição do risco deve ser compatível com o inventário de riscos do PGR e com a avaliação das situações de trabalho exigida pela NR-17. Uma descrição como “ergonomia” ou “postura inadequada” pode ser insuficiente quando não esclarece qual tarefa, qual população está exposta e em que condição.

Metodologias que podem apoiar a avaliação

A escolha do método depende da situação analisada:

  • RULA — Rapid Upper Limb Assessment: útil para membros superiores, pescoço e tronco;
  • REBA — Rapid Entire Body Assessment: aplicável a posturas de corpo inteiro;
  • NIOSH Lifting Equation: auxilia a avaliar tarefas de levantamento manual;
  • OWAS: classifica combinações posturais;
  • OCRA: direcionado à exposição a movimentos repetitivos dos membros superiores;
  • Moore & Garg: pode apoiar a análise de risco em tarefas repetitivas e aplicação de força.
Nenhum método isolado descreve toda a realidade do trabalho. O resultado deve ser interpretado junto com duração, frequência, variabilidade, pausas, ferramentas, treinamento, organização, queixas, acidentes e medidas existentes.

03O que a Tabela 24 não substitui

A Tabela 24 é uma estrutura de classificação e transmissão de informações. Ela não substitui:

  • PGR;
  • inventário de riscos ocupacionais;
  • plano de ação;
  • avaliação ergonômica preliminar;
  • AET;
  • LTCAT, quando aplicável;
  • PCMSO;
  • treinamentos;
  • registros de pausas e rodízios;
  • investigação de acidentes e doenças;
  • acompanhamento das medidas corretivas.
A
NR-1 estabelece o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e exige que o PGR contenha, entre outros elementos, inventário de riscos e plano de ação. As alterações relacionadas à gestão de riscos psicossociais devem ser acompanhadas conforme a redação vigente e a regulamentação aplicável, incluindo a Portaria MTE nº 1.419/2024.

A AET deve ser elaborada quando indicada pela NR-17, especialmente diante de inadequações, acidentes, doenças relacionadas ao trabalho, queixas persistentes, necessidade de aprofundamento ou insuficiência da avaliação preliminar. Entenda o que é AET.

O envio do S-2240 também não substitui a implementação das medidas de controle. Se o inventário identifica repetitividade, a empresa deve avaliar controles como alteração de método, automação, rodízio, pausas, ajuste de ferramenta e reorganização do fluxo. Registrar o fator sem agir sobre sua causa não atende à lógica preventiva da NR-1 e da NR-17.

04Responsabilidade do RH no preenchimento do S-2240

O RH geralmente coordena a governança do processo, mas não deve definir tecnicamente fatores ergonômicos sem validação de profissional competente. O papel do RH envolve organizar informações, controlar prazos, integrar sistemas e garantir rastreabilidade.

Entre as responsabilidades operacionais estão:

  • controlar admissões;
  • registrar alterações de função;
  • acompanhar mudanças de setor e ambiente;
  • comunicar alterações de exposição;
  • integrar dados com SST e medicina ocupacional;
  • controlar desligamentos;
  • conferir consistência cadastral;
  • armazenar recibos;
  • acompanhar retificações;
  • registrar responsáveis por análise, aprovação e transmissão.
A responsabilidade é compartilhada entre empregador, RH, equipe de SST, responsável pelo PGR, ergonomista, médico do trabalho e fornecedor do sistema. O sistema pode automatizar a transmissão, mas não valida sozinho se a descrição corresponde ao posto real.
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“A governança do S-2240 precisa ter uma trilha de decisão: quem levantou a informação, quem validou tecnicamente, quem aprovou e quem transmitiu. Sem rastreabilidade, a empresa perde capacidade de explicar a origem do dado.” — Dra. Cristiane Alves, psicóloga ocupacional, CRP 18-MT.

Checklist de documentos antes de transmitir o evento

Antes do envio, o RH deve conferir:

  • PGR atualizado;
  • inventário de riscos revisado;
  • plano de ação vigente;
  • AEP ou AET, quando aplicável;
  • descrição real das atividades;
  • setor, ambiente e processo;
  • função efetivamente exercida;
  • jornada, pausas e rodízios;
  • registros de treinamento;
  • medidas de controle;
  • evidências de manutenção;
  • código da Tabela 24 vigente;
  • descrição transmitida;
  • protocolo e recibo;
  • histórico de alterações e retificações.
Para empresas de Cuiabá, Várzea Grande e demais municípios de Mato Grosso, é importante considerar sazonalidade, calor, deslocamentos, picos de demanda, trabalho externo, expansão de equipes e mudanças de processo. A atividade descrita no contrato pode não representar a tarefa executada diariamente.

05Passo a passo para informar fatores ergonômicos no S-2240

1. Identifique o trabalhador e o período

Confira CPF, matrícula, vínculo, função, ambiente e data de início ou alteração da exposição. Uma divergência cadastral pode prejudicar o vínculo entre o evento e o histórico laboral.

2. Descreva o trabalho real

Observe o posto, entreviste trabalhadores e supervisores e compare a tarefa prescrita com a tarefa efetiva. Registre frequência, duração, força, postura, repetitividade, ritmo, pausas e variações.

3. Consulte a Tabela 24 vigente

A classificação deve ser feita no ambiente oficial e com a versão atualizada. Não utilize códigos encontrados em materiais sem data, sistemas desatualizados ou documentos de terceiros.

4. Selecione o fator aplicável

O fator precisa representar a exposição identificada. Evite selecionar a mesma opção para todos os cargos de uma empresa sem evidência de que as tarefas sejam equivalentes.

5. Informe controles existentes

Registre medidas efetivamente implantadas, como adequação de mobiliário, ferramenta, automação, rodízio, pausas, treinamento ou reorganização. A existência formal de uma medida não significa que ela seja eficaz.

6. Compare o evento com os documentos

Verifique se o S-2240 é coerente com o PGR, inventário, AEP, AET, LTCAT quando aplicável e registros de saúde ocupacional.

7. Transmita e arquive

Respeite o prazo aplicável, guarde o recibo e registre os responsáveis pela aprovação. O protocolo deve ser recuperável em auditoria ou fiscalização.

8. Retifique quando necessário

Alteração de setor, processo, função, medida de controle ou exposição pode exigir atualização. Erro de classificação, período ou descrição também deve ser analisado para eventual retificação.

06Erros comuns no S-2240 relacionados à ergonomia

ErroExemplo práticoConsequência possívelPrevenção
Copiar descrição genérica“Risco ergonômico” para todos os empregadosInformação sem valor técnico e incompatível com o trabalho realDescrever tarefa, exposição e evidências
Usar o mesmo fator para todosCaixa, estoquista e gerente recebem a mesma classificaçãoInconsistência entre cargos e ambientesAvaliar grupos homogêneos de exposição
Declarar ausência de risco sem evidênciaEvento sem fator apesar de inventário indicar repetitividadeContradição documentalRevisar PGR, AEP/AET e posto
Não atualizar após mudançaAlteração de setor ou processo não refletidaPPP eletrônico e histórico ocupacional inconsistentesCriar gatilhos de comunicação ao SST
Confundir S-2240 com PPPTratar o evento como documento completoFalha na gestão previdenciáriaIntegrar eventos e documentação laboral
Ignorar controles ineficazesInformar “pausa” sem verificar cumprimentoAparência de controle sem redução realAuditar a efetividade
Utilizar tabela antigaCódigo copiado de material desatualizadoRejeição ou classificação incorretaConsultar a versão oficial vigente
Não guardar reciboAusência de histórico de transmissãoDificuldade de comprovar cumprimentoArquivar protocolo e retificações

Outro erro relevante é presumir que a ausência de adicional de insalubridade significa ausência de risco ergonômico. São análises distintas. A ergonomia trata da adaptação do trabalho, enquanto o adicional depende de critérios específicos da legislação trabalhista.

07Prazos, retificação e consequências do atraso

O prazo de referência do S-2240 é até o dia 15 do mês seguinte ao início da exposição ou à alteração das condições, conforme o leiaute e o Manual do eSocial vigentes. O RH deve confirmar regras específicas de substituição, alteração ou exclusão antes da transmissão.

Atrasos ou erros podem gerar:

  • inconsistência no PPP eletrônico;
  • divergência entre documentos de SST;
  • exigências em fiscalização;
  • retrabalho;
  • risco previdenciário;
  • dificuldade de defesa técnica;
  • questionamentos trabalhistas;
  • problemas em auditorias de clientes ou certificações.
Não existe uma multa automática única para cada erro do S-2240. A consequência depende do enquadramento jurídico, da infração constatada, do número de empregados, da gravidade, da reincidência e da legislação vigente.

Como referência frequentemente divulgada para infrações de SST, as multas podem variar aproximadamente de R$ 668 a R$ 6.681 por empregado irregular, conforme enquadramento e atualização legal. Esses valores não devem ser interpretados como tarifa fixa para qualquer erro no S-2240. O valor efetivo deve ser confirmado no auto de infração e na norma aplicável.

A Portaria MTE nº 1.358/2019 é citada em referências administrativas relacionadas a valores de multas, mas a aplicação concreta exige conferência da redação vigente, da infração e dos critérios de cálculo. A empresa também deve observar impactos indiretos, como aumento de passivo, autuações acessórias e inconsistência previdenciária.

08Portarias e normas que o RH deve consultar

NR-17

A NR-17 estabelece parâmetros para adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. A redação atualizada pela Portaria MTP nº 423/2021 reforça a avaliação das situações de trabalho e a adoção de medidas preventivas.

NR-1

A NR-1 disciplina o GRO e o PGR. A empresa deve identificar perigos, avaliar riscos, definir controles e acompanhar o plano de ação. Os riscos psicossociais devem ser tratados conforme a redação vigente, orientações oficiais e cronogramas de implementação aplicáveis.

Portaria MTE nº 1.419/2024

A portaria promoveu alterações relacionadas à NR-1 e à gestão de riscos ocupacionais, incluindo a abordagem de fatores psicossociais. A aplicação deve considerar atos posteriores, orientações e eventuais períodos de adaptação.

Portaria MTP nº 671/2021

A Portaria MTP nº 671/2021 reúne disciplina sobre temas trabalhistas e referências relacionadas a sistemas e obrigações, observadas atualizações posteriores.

Manual e leiaute do eSocial

O Manual de Orientação do eSocial e o leiaute vigente devem ser consultados antes da transmissão. A Tabela 24 oficial deve ser acessada na versão disponibilizada pelo ambiente oficial do eSocial.

Jurisprudência do TST

A jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho reforça, em diferentes julgados, a relevância da prova técnica, do nexo ocupacional, das condições reais de trabalho e do dever empresarial de prevenção. Não se deve presumir que um evento eletrônico isolado prevaleça sobre perícia, documentos, testemunhos e demais provas produzidas em processo judicial.

09Como integrar S-2240, PGR, AET e PPP eletrônico

Documento ou obrigaçãoFinalidadeResponsável principalPeriodicidade ou gatilhoRelação com o S-2240
PGRGerenciar riscos ocupacionaisEmpregador e responsáveis técnicosAtualização contínua e quando houver mudançasBase para coerência dos riscos declarados
Inventário de riscosRegistrar perigos, grupos expostos, avaliação e controlesSST e responsável pelo PGRRevisão conforme mudanças e critérios da NR-1Deve dialogar com fatores informados
AEPAvaliar preliminarmente situações de trabalhoProfissional competente e organizaçãoImplantação, mudanças ou identificação de riscoApoia a decisão sobre exposição
AETAprofundar investigação ergonômicaErgonomista ou profissional habilitadoQuando indicada pela NR-17Fundamenta descrição e controles
S-2240Transmitir condições ambientais estruturadasEmpregador, RH e SSTInício ou alteração da exposiçãoRegistro eletrônico oficial
PPP eletrônicoFormar histórico laboral previdenciárioEmpregador e sistema oficialAtualização com eventos transmitidosRecebe informações relacionadas ao histórico
NR-17Orientar adaptação do trabalhoEmpregador e equipe técnicaAplicação permanenteReferência técnica, não substituída pelo evento

A consistência entre documentos reduz retrabalho. Se o PGR descreve uma linha de produção com movimentos repetitivos, mas o S-2240 informa ausência de exposição e a AET aponta risco elevado, a empresa terá de explicar a divergência.

“A melhor defesa técnica não é um formulário isolado; é a coerência entre inventário, avaliação, medidas implementadas, treinamento, monitoramento e informação transmitida.” — Dr. André Luiz, fisioterapeuta ocupacional, CREFITO-9 MT.

010Aplicação prática em empresas de Cuiabá e Mato Grosso

Comércio e escritórios

Operadores de caixa, atendentes e trabalhadores administrativos podem apresentar exposição a permanência sentada ou em pé, repetitividade, mobiliário inadequado, atendimento intenso e exigência cognitiva. A avaliação deve considerar volume de atendimento, pausas reais, alternância e autonomia.

Logística e centros de distribuição

A movimentação manual de cargas exige análise de peso, frequência, altura de pega, distância horizontal, torção, equipe e uso de equipamentos. A NIOSH Lifting Equation pode apoiar o levantamento, mas não substitui a observação da variabilidade e da organização do trabalho.

Saúde

Enfermagem, higienização e apoio hospitalar podem envolver transferência de pacientes, posturas inclinadas, aplicação de força, jornadas prolongadas e exigências emocionais. A avaliação deve incluir equipamentos disponíveis, dimensionamento, treinamento e cumprimento dos procedimentos.

Frigoríficos e indústria alimentícia

Linhas de produção podem combinar repetitividade, frio, força, ritmo, metas e baixa autonomia. Métodos como OCRA, RULA, REBA e Moore & Garg podem ser selecionados conforme a tarefa, sempre acompanhados de análise organizacional.

Construção civil

A exposição muda conforme a etapa da obra. Transporte de materiais, trabalho acima dos ombros, ajoelhamento, vibração e posturas forçadas exigem avaliação por atividade, não apenas por cargo genérico.

Agronegócio

Sazonalidade, deslocamento, trabalho ao ar livre, ferramentas manuais, carregamento e metas de produção podem alterar a exposição ao longo do ano. A data do evento e a descrição do ambiente devem refletir essas alterações.

A HC Ergonomia atende Cuiabá e os 141 municípios de Mato Grosso, considerando as características locais do processo produtivo e a necessidade de integração entre avaliação técnica e gestão documental.

011Como a HC Ergonomia pode apoiar o RH no S-2240

A HC Ergonomia pode apoiar empresas na:

  • análise ergonômica e avaliação das situações de trabalho;
  • elaboração ou revisão de AEP e AET;
  • identificação de fatores para consulta à Tabela 24;
  • revisão de coerência entre NR-17, PGR, inventário e S-2240;
  • validação das descrições antes do envio;
  • definição e acompanhamento de medidas corretivas;
  • capacitação de RH, gestores e equipes de SST;
  • organização de evidências e rastreabilidade.
A consultoria não promete eliminação garantida de multas. O objetivo é reduzir inconsistências, melhorar a qualidade técnica dos dados e apoiar decisões preventivas documentadas.

Precisa revisar os fatores ergonômicos antes da transmissão? Fale com a HC Ergonomia pelo WhatsApp 65 9341-7846 ou acesse conheça os serviços de ergonomia e SST.

Para estimar o impacto financeiro de melhorias, calcule o ROI da adequação ergonômica.

Sua empresa está em Cuiabá ou em outro município de Mato Grosso? Contrate consultoria em ergonomia em Mato Grosso pelo WhatsApp 65 9341-7846.

012Perguntas frequentes sobre S-2240 e fatores ergonômicos

O que é o evento S-2240 do eSocial?

O S-2240 é o evento de Condições Ambientais do Trabalho – Agentes Nocivos. O evento registra informações sobre ambientes, atividades, períodos e exposição ocupacional do trabalhador, conforme o leiaute e o Manual de Orientação do eSocial vigentes.

O evento integra os registros de Saúde e Segurança do Trabalho e pode contribuir para a formação do PPP eletrônico. Entretanto, não é uma AET, não substitui o PGR e não equivale a um laudo completo de insalubridade ou periculosidade.

Quando há fatores ergonômicos, o RH deve verificar a Tabela 24 vigente e assegurar que a descrição seja compatível com o inventário de riscos, a avaliação ergonômica preliminar, a AET quando aplicável e as condições reais do posto.

A transmissão deve ser governada por empregador, RH e equipe técnica. O profissional responsável precisa validar a classificação e a descrição, especialmente quando a atividade possui repetitividade, força, levantamento de cargas ou exigências organizacionais relevantes.

Como informar fatores ergonômicos na Tabela 24 do eSocial?

Primeiro, a empresa deve identificar a tarefa real, o ambiente, o trabalhador ou grupo homogêneo, o período de exposição e as medidas de controle existentes. Em seguida, deve consultar diretamente a versão vigente da Tabela 24 no ambiente oficial do eSocial.

A empresa não deve inventar códigos, adaptar classificações ou copiar tabelas antigas. A classificação precisa corresponder ao fator efetivamente avaliado, como postura, força, repetitividade ou movimentação manual, quando compatível com a versão vigente.

A descrição deve evitar expressões genéricas. “Risco ergonômico” isoladamente não informa qual atividade causa a exposição, com que frequência ocorre ou quais controles existem.

A validação técnica deve comparar S-2240, PGR, inventário, AEP ou AET e registros do posto. Quando a situação não estiver claramente enquadrada, é recomendável consultar o responsável técnico antes da transmissão.

Qual é o prazo para enviar o S-2240?

O prazo de referência é até o dia 15 do mês seguinte ao início da exposição ou à alteração das condições ambientais, conforme o Manual de Orientação do eSocial e o leiaute vigente. A empresa deve confirmar a regra operacional atual antes de transmitir, pois manuais, ambientes e procedimentos podem ser atualizados.

O RH deve criar gatilhos internos para admissões, transferências, mudanças de processo, alterações de jornada, implantação de controles e mudança de ambiente. Esperar o fechamento mensal da folha pode atrasar a identificação da alteração ocupacional.

Também é importante guardar o recibo de envio e manter histórico das retificações. Se a informação enviada não representar a condição real, o evento deve ser corrigido conforme o procedimento aplicável.

O prazo eletrônico não elimina a necessidade de manter PGR, inventário e avaliações atualizados. O envio apenas registra uma informação estruturada no sistema.

O RH pode preencher o S-2240 sem uma AET?

Em alguns casos, uma AET formal pode não ser necessária para cada trabalhador ou tarefa, especialmente quando a avaliação preliminar é suficiente e não há indicação de aprofundamento pela NR-17. Porém, o RH não deve decidir sozinho se a avaliação técnica é dispensável.

A necessidade de AET depende da complexidade do trabalho, dos riscos identificados, de inadequações, queixas, acidentes, doenças relacionadas ao trabalho, mudanças de processo e insuficiência das informações preliminares.

O RH pode coordenar o fluxo cadastral e administrativo, mas a identificação e a classificação técnica dos fatores devem ser validadas por profissional competente. Um preenchimento baseado apenas no cargo, sem observação do posto, pode gerar inconsistências.

A ausência de AET não significa ausência de obrigação ergonômica. A NR-17 continua exigindo avaliação das situações de trabalho e adoção de medidas compatíveis com as características psicofisiológicas dos trabalhadores.

A Tabela 24 substitui o PGR ou a análise ergonômica do trabalho?

Não. A Tabela 24 é uma estrutura de classificação utilizada no eSocial. O PGR organiza o gerenciamento dos riscos ocupacionais, incluindo inventário de riscos e plano de ação. A AET aprofunda a investigação das situações de trabalho quando indicada pela NR-17.

O S-2240 não demonstra, sozinho, que a empresa avaliou adequadamente o risco ou implementou controles eficazes. Também não substitui treinamentos, pausas, adequação de mobiliário, manutenção de equipamentos ou acompanhamento das medidas.

A empresa deve manter coerência entre os documentos. Se o inventário indica repetitividade e a AET recomenda rodízio, o plano de ação deve registrar a providência, e o S-2240 precisa refletir a condição aplicável.

A confusão entre tabela, PGR e AET é uma das principais fontes de documentação superficial. Cada instrumento possui finalidade própria e deve ser integrado aos demais.

O que fazer quando o S-2240 foi enviado com fator ergonômico errado?

A empresa deve primeiro identificar o erro, sua origem, o período afetado e os trabalhadores envolvidos. Depois, deve comparar o evento com PGR, inventário, AEP, AET, cadastro funcional e realidade do posto.

Se o dado não representar a condição real, o responsável deve avaliar a necessidade de retificação, alteração ou exclusão conforme as regras do leiaute vigente. A correção deve ser documentada, incluindo motivo, data, responsável pela validação e recibo correspondente.

Não é recomendável simplesmente substituir o fator sem revisar a causa da inconsistência. O erro pode estar no cadastro, na descrição do ambiente, no período, na avaliação técnica ou na integração do sistema.

Se o evento já repercutiu no PPP eletrônico ou em outro documento previdenciário, a empresa deve verificar a necessidade de atualizar os registros relacionados. Em casos complexos, a validação de SST e assessoria especializada reduzem o risco de nova divergência.

Existe multa por atraso ou erro no evento S-2240?

Pode haver consequências administrativas, trabalhistas e previdenciárias, mas não existe uma multa automática única aplicável a qualquer erro do S-2240. A autuação depende da infração identificada, da legislação vigente, do número de empregados, da gravidade, da reincidência e dos critérios utilizados pela fiscalização.

Faixas frequentemente divulgadas para infrações de SST variam aproximadamente de R$ 668 a R$ 6.681 por empregado irregular, mas esses valores não devem ser apresentados como penalidade fixa para todo atraso ou classificação incorreta. O valor efetivo deve ser confirmado no auto de infração e na norma aplicável.

Além da multa, podem surgir inconsistências no PPP eletrônico, exigências documentais, retrabalho e dificuldade de defesa. O FAP/RAT também pode representar impacto econômico relevante, com combinação aproximada entre 0,5% e 6% da folha, conforme enquadramento.

A melhor conduta é prevenir, revisar e retificar tempestivamente quando houver erro.

Quais documentos devem ser conferidos antes do envio do S-2240?

O RH deve conferir PGR, inventário de riscos, plano de ação, AEP, AET quando aplicável, descrição real das atividades, ambiente, função, setor, medidas de controle, treinamentos, pausas, rodízios e registros de manutenção.

Também é necessário consultar a versão vigente da Tabela 24 e comparar o código e a descrição selecionados com os documentos técnicos. O cadastro do trabalhador deve estar correto, incluindo matrícula, vínculo e período de exposição.

A empresa deve estabelecer uma aprovação formal antes da transmissão. O histórico precisa indicar quem levantou os dados, quem fez a validação técnica e quem enviou o evento.

Após a transmissão, o recibo deve ser arquivado. Alterações de função, processo, ambiente, jornada ou controle devem gerar nova verificação. Uma lista de documentos não substitui a análise crítica: o ponto central é a coerência entre o trabalho real e o que foi declarado.

Como o S-2240 se relaciona com o PPP eletrônico?

O S-2240 fornece informações ocupacionais estruturadas que podem compor o histórico laboral utilizado no PPP eletrônico. Por isso, erros de período, ambiente, exposição ou classificação podem repercutir na informação previdenciária do trabalhador.

O S-2240 não é o PPP completo. O PPP eletrônico resulta da integração de informações e eventos previstos no sistema, além das responsabilidades do empregador pela veracidade e consistência dos dados.

A empresa deve tratar o evento como parte de uma cadeia documental. PGR, inventário, avaliações, registros ambientais e informações de SST precisam dialogar com os dados transmitidos.

Quando houver erro, a empresa deve analisar o impacto no histórico laboral e verificar a necessidade de retificar eventos relacionados. A emissão ou atualização do PPP não corrige automaticamente uma avaliação ergonômica inadequada. São processos integrados, mas não idênticos.

Empresas de Cuiabá precisam declarar riscos ergonômicos mesmo sem adicional de insalubridade?

A ausência de adicional de insalubridade não elimina a obrigação de avaliar condições ergonômicas. Insalubridade possui critérios próprios, enquanto a NR-17 trata da adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores.

Uma empresa de comércio, logística, saúde, construção, agronegócio, frigorífico ou escritório pode possuir fatores ergonômicos sem que isso resulte automaticamente em adicional. O ponto decisivo é a existência de uma situação de trabalho que precise ser avaliada e controlada.

A declaração no S-2240 deve seguir a Tabela 24 vigente e refletir a condição ambiental aplicável. A classificação não deve ser feita apenas pela cidade, pelo cargo ou pela existência de adicional.

Em Cuiabá e nos demais municípios de Mato Grosso, a empresa deve considerar atividades sazonais, calor, deslocamentos, ritmo, metas, pausas e variações de processo. A validação técnica é especialmente importante quando a realidade operacional muda durante o ano.

013Conclusão

O eSocial S-2240, os fatores ergonômicos e a Tabela 24 devem ser tratados como partes de um sistema integrado de SST. O RH coordena prazos e informações, mas a classificação técnica precisa refletir a realidade ocupacional e estar respaldada por PGR, inventário, AEP ou AET quando aplicável.

A empresa deve consultar sempre o Manual do eSocial, o leiaute e a Tabela 24 vigentes. Também deve manter coerência com a NR-1, a NR-17, as portarias atualizadas e a documentação previdenciária.

Para revisar o processo antes do próximo envio, fale com a HC Ergonomia: WhatsApp 65 9341-7846. Depois, calcule o ROI da adequação ergonômica e avalie financeiramente as melhorias necessárias.

014Matriz Comparativa de Gestão e Riscos

Parâmetro TécnicoGestão Reativa / Sem Laudo PericialGestão Pericial Preventiva (HC Ergonomia)
Documentação no PGRInexistente ou modelo genérico de internetInventário de riscos detalhado com matriz de severidade
Responsável TécnicoSem habilitação formal pericialFisioterapeuta Ocupacional (CREFITO-9) ou Psicóloga (CRP 18-MT)
Segurança no MTE/DETRisco iminente de multas da NR-28Defesa técnica tempestiva e plano de ação estruturado
Passivo no TRT-23Presunção de culpa em casos de LER/DORTProva técnica pré-constituída descaracterizando nexo causal
Impacto no FAP/RAT**Aumento da alíquota até o teto de 2,0Redução da alíquota até 0,5 (economia líquida na folha)

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Conformidade Ética e Técnica: Conteúdo desenvolvido em observância à Resolução COFFITO nº 424/2013 e Resolução CFP nº 010/2005. Todos os laudos de Análise Ergonômica do Trabalho (AET) e pareceres periciais da HC Ergonomia contam com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT) registrada no conselho de classe de Mato Grosso.
AUDITORIA INSTANTÂNEA DE VULNERABILIDADE (NR-17 / NR-1 / TRT-23)
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⚠️ GRAU DE RISCO: ELEVADOEstimativa baseada na NR-28 e Tabela de Nexos Previdenciários (NTEP)
Exposição a Multas de Fiscalização (MTE/DET):
R$ 13.360 a R$ 34.200 por posto avaliado
Impacto Anual em FAP / Sobrecusto RAT:
R$ 120.000 a mais de R$ 500.000 anuais na folha de pagamento
🔒 Sigilo profissional absoluto conforme Código de Ética CREFITO e CRPResponsável: Dr. André Luiz · CREFITO-9 MT / 28.451-F
PARECER REGULATÓRIO & AEO

Perguntas Frequentes sobre eSocial S-2240 e Fatores Ergonômicos: Tabela 24 em Cuiabá

Qual a diferença entre a Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) e a AET segundo a NR-17?+
A AEP é a triagem ergonômica inicial e contínua obrigatória para todas as empresas mapearem perigos no PGR. A AET é o estudo aprofundado, instrumental e biomecânico exigido quando a AEP aponta riscos complexos, após fiscalizações do MTE ou na ocorrência de afastamentos médicos.
Qual a validade jurídica de um Laudo Ergonômico emitido sem ART do CREFITO?+
Laudos ergonômicos sem emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) perdem fé probatória perante a Justiça do Trabalho (TRT-23) e fiscalizações da SRTb-MT, deixando a empresa desprotegida contra autos de infração e indenizações.
Como contratar a HC Ergonomia para vistorias presenciais em Mato Grosso?+
Realizamos atendimentos e vistorias in loco em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e em todo o interior de Mato Grosso. O contato pode ser realizado diretamente via WhatsApp no número (65) 9341-7846.
Quais as multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho para empresas sem laudo AET atualizado?+
As penalidades previstas na NR-28 variam de R$ 2.500 a mais de R$ 6.681 por posto de trabalho com risco ergonômico não mitigado, além de autuações automáticas via Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET).
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“Questionário sem plano de ação transforma sofrimento em estatística, mas não reduz o risco ocupacional. A verdadeira análise ergonômica transforma a realidade da operação.”

CA
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Psicóloga do Trabalho · CRP 18-MT
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Painel de Decisão Ergonômica & Regulatória

Selecione o módulo abaixo para simular enquadramento legal, cálculo de risco biomecânico ou verificar regras de insalubridade segundo os peritos da HC Ergonomia.

Classificador Rápido: Sua empresa precisa de AEP ou AET?

1. Há histórico de dores, afastamentos ou queixas de trabalhadores no posto?
2. A empresa foi fiscalizada pelo MTE/DET ou intimada no TRT-23?
3. A atividade envolve esforço repetitivo intenso ou carga > 15kg constante?
PARECER DO PERITO:
✅ AEP INICIAL SUFICIENTE (Avaliação Ergonômica Preliminar — NR-17 item 17.3.1)

Para postos estáveis e sem histórico de queixas, realize a AEP para alimentar o inventário de riscos do GRO/PGR da NR-1. Caso algum posto pontue risco moderado/alto na AEP, ele será encaminhado para a AET.

Ver processo e triagem da AEP para o PGR →
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Falar com Perito Especialista →
AL
Dr. André Luiz
Fisioterapeuta do Trabalho & Ergonomista Sênior
CREFITO-9 MT / 28.451-F

Perito em Biomecânica Ocupacional e Ergonomia com mais de 15 anos de atuação técnica. Responsável pela emissão de Análises Ergonômicas do Trabalho (AET) e AEP para agronegócio, frigoríficos, indústrias e hospitais em Mato Grosso.

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Mato Grosso · Agro, Logística, Saúde e Indústria

A HC Ergonomia presta consultoria e laudos periciais para empresas líderes

Atendimento presencial em todo o estado de Mato Grosso e suporte em conformidade trabalhista para as maiores operações do país. Nossos laudos de AET (NR-17), AEP e Riscos Psicossociais (NR-1) protegem a saúde dos trabalhadores e blindam as empresas contra multas do MTE e passivos no TRT-23.

CLIENTES CORPORATIVOS ATENDIDOS PELA HC ERGONOMIA:
Logotipo da Carvalima Transportes
Carvalima TransportesLogística & Transporte
Logotipo da AMAGGI
AMAGGIAgronegócio & Commodities
Logotipo da Unimed Mato Grosso
Unimed Mato GrossoSaúde & Medicina Ocupacional
Logotipo da Trescinco distribuidora de automóveis
TrescincoConcessionária Volkswagen
Logotipo da AUSEC Tecnologia
AUSECTecnologia & Segurança Eletrônica
Logotipo da Palu Alimentos
Palu AlimentosIndústria de Alimentos
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Colégio CEMAEducação & Ensino
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Aqquer Administradora de BenefíciosGestão & Benefícios
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