** O evento S-2240 registra no eSocial as condições ambientais de trabalho e os fatores de risco relacionados à exposição do trabalhador. Para fatores ergonômicos, o RH deve utilizar a versão vigente da Tabela 24, com informações coerentes com PGR, AET, LTCAT quando aplicável, inventário de riscos e medidas previstas na NR-17.
A expressão “esocial s2240 fatores ergonomicos tabela 24” reúne três elementos relacionados, mas não equivalentes:
- o evento eletrônico S-2240;
- a classificação de fatores de risco da Tabela 24 vigente;
- a avaliação técnica das condições ergonômicas conforme a NR-17.
“O S-2240 deve ser tratado como uma consequência documental de uma avaliação ocupacional bem conduzida, e não como o ponto de partida para inventar riscos ou preencher códigos genericamente.” — Dr. André Luiz, fisioterapeuta ocupacional, CREFITO-9 MT.
O que é o eSocial S-2240 e qual sua relação com a ergonomia
O S-2240 é o evento Condições Ambientais do Trabalho – Agentes Nocivos, integrante dos eventos de Saúde e Segurança do Trabalho do eSocial. O evento informa as condições ambientais às quais o trabalhador está ou esteve exposto, incluindo agentes e fatores previstos na estrutura oficial do sistema.
Na prática, o envio deve estar vinculado a:
- trabalhador identificado corretamente;
- ambiente de trabalho;
- atividade efetivamente executada;
- período de exposição;
- fator ou agente correspondente;
- medidas de controle existentes;
- informações coerentes com os documentos de SST.
A ergonomia possui uma dimensão mais ampla do que o registro previdenciário. A
NR-17, atualizada pela Portaria MTP nº 423/2021, determina a avaliação das situações de trabalho e a adoção de medidas de adaptação às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Essa obrigação não desaparece porque determinado fator foi ou não foi informado no S-2240.A avaliação ergonômica pode abordar:
- postura;
- levantamento, transporte e descarga de materiais;
- aplicação de força;
- repetitividade;
- mobiliário;
- equipamentos;
- organização do trabalho;
- ritmo;
- exigência de tempo;
- pausas;
- jornadas;
- metas;
- rodízios;
- aspectos cognitivos e psicossociais.
O fator ergonômico também não deve ser confundido com agente físico, químico ou biológico. Ruído, calor, produtos químicos, vírus, bactérias, postura, repetitividade e exigência de força possuem naturezas distintas, ainda que possam coexistir no mesmo posto.
Dados financeiros e previdenciários que influenciam a decisão do RH
A inconsistência no S-2240 pode produzir efeitos trabalhistas, previdenciários, administrativos e de governança. A exposição ocupacional também se relaciona ao financiamento dos riscos por meio do RAT e do FAP.
O RAT básico é normalmente associado às alíquotas de
1%, 2% ou 3%, conforme o grau de risco da atividade. O FAP pode variar de 0,5 a 2,0, fazendo com que a carga combinada FAP/RAT possa ser apresentada, em determinados enquadramentos, como variação aproximada de 0,5% a 6% sobre a folha de pagamento. O cálculo real depende da atividade econômica, do estabelecimento e dos parâmetros oficiais.Dados frequentemente citados em debates de SST apontam que LER/DORT representa mais de
80% dos afastamentos previdenciários relacionados ao trabalho no benefício B91 em determinados recortes e períodos. Esse percentual não deve ser tratado como universal sem indicar fonte, período e metodologia, mas demonstra a relevância econômica e ocupacional da ergonomia.Para riscos psicossociais, o
diretrizes da ISO 45003 é uma escala validada e utilizada no Brasil para investigação de fatores como exigências emocionais, influência no trabalho, apoio, liderança, insegurança e conflito trabalho-vida. A ferramenta pode apoiar o gerenciamento previsto na NR-1, mas não substitui análise técnica, escuta dos trabalhadores ou plano de ação.Veja o glossário do evento S-2240 para consultar conceitos fundamentais antes da revisão cadastral.
Tabela 24 do eSocial: como identificar fatores ergonômicos
A Tabela 24 deve ser consultada diretamente na versão oficial vigente do eSocial. Não é recomendável copiar códigos de planilhas antigas, adaptar descrições internas ou criar códigos próprios. O código selecionado precisa corresponder à classificação oficial disponibilizada no ambiente aplicável.
A tabela abaixo apresenta uma orientação de raciocínio, não substituindo a consulta ao leiaute oficial:
| Grupo de fator ergonômico | Situação de trabalho possível | Evidências recomendadas | Cuidado na classificação |
|---|---|---|---|
| Postura inadequada | Tronco inclinado, pescoço em flexão, braços elevados ou permanência prolongada em pé | Fotografias técnicas, observação, AEP, AET, entrevistas e inventário de riscos | Não classificar apenas pelo nome do cargo |
| Esforço físico | Empurrar, puxar, sustentar ou movimentar objetos com exigência de força | Peso, frequência, distância, força aplicada, registros de tarefa | Diferenciar esforço ocasional de exposição habitual |
| Levantamento e transporte de cargas | Movimentação manual em depósito, logística, comércio ou construção | Massa, frequência, pega, altura, deslocamento e equipe envolvida | Avaliar a tarefa real e a organização do fluxo |
| Repetitividade | Ciclos curtos, alta frequência e pouca variação de movimentos | Análise de ciclos, tempo, frequência, pausas e alternância | Não presumir repetitividade somente pela função |
| Aplicação de força | Uso de ferramentas, montagem, corte, prensagem ou acionamento manual | Força, ferramenta, resistência, duração e manutenção | Verificar adequação do equipamento e controles |
| Organização do trabalho | Ritmo intenso, metas, pausas insuficientes ou pressão temporal | Jornada, pausas, metas, registros, entrevistas e indicadores | Não reduzir fatores organizacionais a “falta de atenção” |
| Exigências cognitivas ou psicossociais | Interrupções, baixa autonomia, conflito de demandas ou atendimento intenso | diretrizes da ISO 45003, entrevistas, grupos e indicadores organizacionais | Avaliar coletivamente e preservar confidencialidade |
Metodologias que podem apoiar a avaliação
A escolha do método depende da situação analisada:
O que a Tabela 24 não substitui
A Tabela 24 é uma estrutura de classificação e transmissão de informações. Ela não substitui:
- PGR;
- inventário de riscos ocupacionais;
- plano de ação;
- avaliação ergonômica preliminar;
- AET;
- LTCAT, quando aplicável;
- PCMSO;
- treinamentos;
- registros de pausas e rodízios;
- investigação de acidentes e doenças;
- acompanhamento das medidas corretivas.
A AET deve ser elaborada quando indicada pela NR-17, especialmente diante de inadequações, acidentes, doenças relacionadas ao trabalho, queixas persistentes, necessidade de aprofundamento ou insuficiência da avaliação preliminar. Entenda o que é AET.
O envio do S-2240 também não substitui a implementação das medidas de controle. Se o inventário identifica repetitividade, a empresa deve avaliar controles como alteração de método, automação, rodízio, pausas, ajuste de ferramenta e reorganização do fluxo. Registrar o fator sem agir sobre sua causa não atende à lógica preventiva da NR-1 e da NR-17.
Responsabilidade do RH no preenchimento do S-2240
O RH geralmente coordena a governança do processo, mas não deve definir tecnicamente fatores ergonômicos sem validação de profissional competente. O papel do RH envolve organizar informações, controlar prazos, integrar sistemas e garantir rastreabilidade.
Entre as responsabilidades operacionais estão:
- controlar admissões;
- registrar alterações de função;
- acompanhar mudanças de setor e ambiente;
- comunicar alterações de exposição;
- integrar dados com SST e medicina ocupacional;
- controlar desligamentos;
- conferir consistência cadastral;
- armazenar recibos;
- acompanhar retificações;
- registrar responsáveis por análise, aprovação e transmissão.
“A governança do S-2240 precisa ter uma trilha de decisão: quem levantou a informação, quem validou tecnicamente, quem aprovou e quem transmitiu. Sem rastreabilidade, a empresa perde capacidade de explicar a origem do dado.” — Dra. Cristiane Alves, psicóloga ocupacional, CRP 18-MT.
Checklist de documentos antes de transmitir o evento
Antes do envio, o RH deve conferir:
- PGR atualizado;
- inventário de riscos revisado;
- plano de ação vigente;
- AEP ou AET, quando aplicável;
- descrição real das atividades;
- setor, ambiente e processo;
- função efetivamente exercida;
- jornada, pausas e rodízios;
- registros de treinamento;
- medidas de controle;
- evidências de manutenção;
- código da Tabela 24 vigente;
- descrição transmitida;
- protocolo e recibo;
- histórico de alterações e retificações.
Passo a passo para informar fatores ergonômicos no S-2240
1. Identifique o trabalhador e o período
Confira CPF, matrícula, vínculo, função, ambiente e data de início ou alteração da exposição. Uma divergência cadastral pode prejudicar o vínculo entre o evento e o histórico laboral.
2. Descreva o trabalho real
Observe o posto, entreviste trabalhadores e supervisores e compare a tarefa prescrita com a tarefa efetiva. Registre frequência, duração, força, postura, repetitividade, ritmo, pausas e variações.
3. Consulte a Tabela 24 vigente
A classificação deve ser feita no ambiente oficial e com a versão atualizada. Não utilize códigos encontrados em materiais sem data, sistemas desatualizados ou documentos de terceiros.
4. Selecione o fator aplicável
O fator precisa representar a exposição identificada. Evite selecionar a mesma opção para todos os cargos de uma empresa sem evidência de que as tarefas sejam equivalentes.
5. Informe controles existentes
Registre medidas efetivamente implantadas, como adequação de mobiliário, ferramenta, automação, rodízio, pausas, treinamento ou reorganização. A existência formal de uma medida não significa que ela seja eficaz.
6. Compare o evento com os documentos
Verifique se o S-2240 é coerente com o PGR, inventário, AEP, AET, LTCAT quando aplicável e registros de saúde ocupacional.
7. Transmita e arquive
Respeite o prazo aplicável, guarde o recibo e registre os responsáveis pela aprovação. O protocolo deve ser recuperável em auditoria ou fiscalização.
8. Retifique quando necessário
Alteração de setor, processo, função, medida de controle ou exposição pode exigir atualização. Erro de classificação, período ou descrição também deve ser analisado para eventual retificação.
Erros comuns no S-2240 relacionados à ergonomia
| Erro | Exemplo prático | Consequência possível | Prevenção |
|---|---|---|---|
| Copiar descrição genérica | “Risco ergonômico” para todos os empregados | Informação sem valor técnico e incompatível com o trabalho real | Descrever tarefa, exposição e evidências |
| Usar o mesmo fator para todos | Caixa, estoquista e gerente recebem a mesma classificação | Inconsistência entre cargos e ambientes | Avaliar grupos homogêneos de exposição |
| Declarar ausência de risco sem evidência | Evento sem fator apesar de inventário indicar repetitividade | Contradição documental | Revisar PGR, AEP/AET e posto |
| Não atualizar após mudança | Alteração de setor ou processo não refletida | PPP eletrônico e histórico ocupacional inconsistentes | Criar gatilhos de comunicação ao SST |
| Confundir S-2240 com PPP | Tratar o evento como documento completo | Falha na gestão previdenciária | Integrar eventos e documentação laboral |
| Ignorar controles ineficazes | Informar “pausa” sem verificar cumprimento | Aparência de controle sem redução real | Auditar a efetividade |
| Utilizar tabela antiga | Código copiado de material desatualizado | Rejeição ou classificação incorreta | Consultar a versão oficial vigente |
| Não guardar recibo | Ausência de histórico de transmissão | Dificuldade de comprovar cumprimento | Arquivar protocolo e retificações |
Prazos, retificação e consequências do atraso
O prazo de referência do S-2240 é
até o dia 15 do mês seguinte ao início da exposição ou à alteração das condições, conforme o leiaute e o Manual do eSocial vigentes. O RH deve confirmar regras específicas de substituição, alteração ou exclusão antes da transmissão.Atrasos ou erros podem gerar:
- inconsistência no PPP eletrônico;
- divergência entre documentos de SST;
- exigências em fiscalização;
- retrabalho;
- risco previdenciário;
- dificuldade de defesa técnica;
- questionamentos trabalhistas;
- problemas em auditorias de clientes ou certificações.
Como referência frequentemente divulgada para infrações de SST, as multas podem variar aproximadamente de
R$ 668 a R$ 6.681 por empregado irregular, conforme enquadramento e atualização legal. Esses valores não devem ser interpretados como tarifa fixa para qualquer erro no S-2240. O valor efetivo deve ser confirmado no auto de infração e na norma aplicável.A
Portaria MTE nº 1.358/2019 é citada em referências administrativas relacionadas a valores de multas, mas a aplicação concreta exige conferência da redação vigente, da infração e dos critérios de cálculo. A empresa também deve observar impactos indiretos, como aumento de passivo, autuações acessórias e inconsistência previdenciária.Portarias e normas que o RH deve consultar
NR-17
A NR-17 estabelece parâmetros para adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. A redação atualizada pela
Portaria MTP nº 423/2021 reforça a avaliação das situações de trabalho e a adoção de medidas preventivas.NR-1
A NR-1 disciplina o GRO e o PGR. A empresa deve identificar perigos, avaliar riscos, definir controles e acompanhar o plano de ação. Os riscos psicossociais devem ser tratados conforme a redação vigente, orientações oficiais e cronogramas de implementação aplicáveis.
Portaria MTE nº 1.419/2024
A portaria promoveu alterações relacionadas à NR-1 e à gestão de riscos ocupacionais, incluindo a abordagem de fatores psicossociais. A aplicação deve considerar atos posteriores, orientações e eventuais períodos de adaptação.
Portaria MTP nº 671/2021
A Portaria MTP nº 671/2021 reúne disciplina sobre temas trabalhistas e referências relacionadas a sistemas e obrigações, observadas atualizações posteriores.
Manual e leiaute do eSocial
O Manual de Orientação do eSocial e o leiaute vigente devem ser consultados antes da transmissão. A
Tabela 24 oficial deve ser acessada na versão disponibilizada pelo ambiente oficial do eSocial.Jurisprudência do TST
A jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho reforça, em diferentes julgados, a relevância da prova técnica, do nexo ocupacional, das condições reais de trabalho e do dever empresarial de prevenção. Não se deve presumir que um evento eletrônico isolado prevaleça sobre perícia, documentos, testemunhos e demais provas produzidas em processo judicial.
Como integrar S-2240, PGR, AET e PPP eletrônico
| Documento ou obrigação | Finalidade | Responsável principal | Periodicidade ou gatilho | Relação com o S-2240 |
|---|---|---|---|---|
| PGR | Gerenciar riscos ocupacionais | Empregador e responsáveis técnicos | Atualização contínua e quando houver mudanças | Base para coerência dos riscos declarados |
| Inventário de riscos | Registrar perigos, grupos expostos, avaliação e controles | SST e responsável pelo PGR | Revisão conforme mudanças e critérios da NR-1 | Deve dialogar com fatores informados |
| AEP | Avaliar preliminarmente situações de trabalho | Profissional competente e organização | Implantação, mudanças ou identificação de risco | Apoia a decisão sobre exposição |
| AET | Aprofundar investigação ergonômica | Ergonomista ou profissional habilitado | Quando indicada pela NR-17 | Fundamenta descrição e controles |
| S-2240 | Transmitir condições ambientais estruturadas | Empregador, RH e SST | Início ou alteração da exposição | Registro eletrônico oficial |
| PPP eletrônico | Formar histórico laboral previdenciário | Empregador e sistema oficial | Atualização com eventos transmitidos | Recebe informações relacionadas ao histórico |
| NR-17 | Orientar adaptação do trabalho | Empregador e equipe técnica | Aplicação permanente | Referência técnica, não substituída pelo evento |
“A melhor defesa técnica não é um formulário isolado; é a coerência entre inventário, avaliação, medidas implementadas, treinamento, monitoramento e informação transmitida.” — Dr. André Luiz, fisioterapeuta ocupacional, CREFITO-9 MT.
Aplicação prática em empresas de Cuiabá e Mato Grosso
Comércio e escritórios
Operadores de caixa, atendentes e trabalhadores administrativos podem apresentar exposição a permanência sentada ou em pé, repetitividade, mobiliário inadequado, atendimento intenso e exigência cognitiva. A avaliação deve considerar volume de atendimento, pausas reais, alternância e autonomia.
Logística e centros de distribuição
A movimentação manual de cargas exige análise de peso, frequência, altura de pega, distância horizontal, torção, equipe e uso de equipamentos. A
NIOSH Lifting Equation pode apoiar o levantamento, mas não substitui a observação da variabilidade e da organização do trabalho.Saúde
Enfermagem, higienização e apoio hospitalar podem envolver transferência de pacientes, posturas inclinadas, aplicação de força, jornadas prolongadas e exigências emocionais. A avaliação deve incluir equipamentos disponíveis, dimensionamento, treinamento e cumprimento dos procedimentos.
Frigoríficos e indústria alimentícia
Linhas de produção podem combinar repetitividade, frio, força, ritmo, metas e baixa autonomia. Métodos como
OCRA, RULA, REBA e Moore & Garg podem ser selecionados conforme a tarefa, sempre acompanhados de análise organizacional.Construção civil
A exposição muda conforme a etapa da obra. Transporte de materiais, trabalho acima dos ombros, ajoelhamento, vibração e posturas forçadas exigem avaliação por atividade, não apenas por cargo genérico.
Agronegócio
Sazonalidade, deslocamento, trabalho ao ar livre, ferramentas manuais, carregamento e metas de produção podem alterar a exposição ao longo do ano. A data do evento e a descrição do ambiente devem refletir essas alterações.
A HC Ergonomia atende
Cuiabá e os 141 municípios de Mato Grosso, considerando as características locais do processo produtivo e a necessidade de integração entre avaliação técnica e gestão documental.Como a HC Ergonomia pode apoiar o RH no S-2240
A HC Ergonomia pode apoiar empresas na:
- análise ergonômica e avaliação das situações de trabalho;
- elaboração ou revisão de AEP e AET;
- identificação de fatores para consulta à Tabela 24;
- revisão de coerência entre NR-17, PGR, inventário e S-2240;
- validação das descrições antes do envio;
- definição e acompanhamento de medidas corretivas;
- capacitação de RH, gestores e equipes de SST;
- organização de evidências e rastreabilidade.
Para estimar o impacto financeiro de melhorias, calcule o ROI da adequação ergonômica.
Sua empresa está em Cuiabá ou em outro município de Mato Grosso? Contrate consultoria em ergonomia em Mato Grosso pelo WhatsApp 65 99976-1706.Conclusão
O eSocial S-2240, os fatores ergonômicos e a Tabela 24 devem ser tratados como partes de um sistema integrado de SST. O RH coordena prazos e informações, mas a classificação técnica precisa refletir a realidade ocupacional e estar respaldada por PGR, inventário, AEP ou AET quando aplicável.
A empresa deve consultar sempre o Manual do eSocial, o leiaute e a Tabela 24 vigentes. Também deve manter coerência com a NR-1, a NR-17, as portarias atualizadas e a documentação previdenciária.
Para revisar o processo antes do próximo envio, fale com a HC Ergonomia: WhatsApp 65 99976-1706**. Depois, calcule o ROI da adequação ergonômica e avalie financeiramente as melhorias necessárias.