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O que é Método Suzanne Rodgers?

DEFINIÇÃO DIRETA REGULATÓRIA (POSITION ZERO AEO)

Ferramenta de análise de fadiga muscular que avalia nível de esforço, duração contínua e frequência de esforço por minuto em 12 grupos musculares.

Método Suzanne Rodgers

Método Suzanne Rodgers representa uma ferramenta de análise de fadiga muscular que avalia nível de esforço, duração contínua e frequência de esforço por minuto em 12 grupos musculares. No contexto da legislação brasileira de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), sua aplicação rigorosa por profissionais legalmente habilitados com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART no CREFITO-9 MT e registro no CRP 18-MT) é essencial para blindar a empresa contra passivos trabalhistas, autuações do MTE e impactos no FAP/RAT.

O que é Método Suzanne Rodgers?

A compreensão e aplicação técnica de Método Suzanne Rodgers constitui um pilar estratégico da moderna engenharia de fatores humanos e medicina ocupacional. Longe de ser apenas uma exigência formal de conformidade com a NR-17 e a NR-1 (GRO/PGR), o correto gerenciamento dessa matéria previne a degradação da saúde osteomuscular e psíquica dos trabalhadores.

Nas organizações industriais, centros de distribuição, frigoríficos e operações agropecuárias de Mato Grosso, a negligência em relação a este conceito costuma figurar como causa primária em autos de infração lavrados por Auditores Fiscais do Trabalho e em condenações por LER/DORT perante as Varas do Trabalho do TRT da 23ª Região.

Enquadramento Normativo e Implicações Jurídicas

A fundamentação legal e normativa de Método Suzanne Rodgers conecta-se diretamente a múltiplos dispositivos regulatórios:

1. Norma Regulamentadora nº 17 (Ergonomia — Portaria MTP 423/2021): Exige a identificação ativa dos perigos nos postos de trabalho e a adaptação das condições laborais às características psicofisiológicas dos colaboradores, seja por meio da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) ou da Análise Ergonômica do Trabalho (AET) aprofundada.
2. Norma Regulamentadora nº 1 (Disposições Gerais e GRO): Determina que todos os riscos ergonômicos e fatores psicossociais sejam inseridos no Inventário de Riscos do PGR, com matriz de severidade e probabilidade e cronograma de ações preventivas.
3. eSocial Governamental (Evento S-2240 e S-2210): Atesta a fidedignidade das informações prestadas à Receita Federal e Previdência Social, impactando a elaboração do PPP Eletrônico e o enquadramento previdenciário.
4. Jurisprudência do TRT-23 (Mato Grosso): Nos litígios envolvendo doenças ocupacionais, a ausência de documentação técnica formal sobre este tema enseja a presunção de concausalidade e a condenação patronal em pensões vitalícias e indenizações por danos morais.

Metodologia de Aplicação e Boas Práticas

Para assegurar conformidade plena e resultados mensuráveis, a implantação de medidas associadas a Método Suzanne Rodgers deve seguir um protocolo técnico estruturado em quatro etapas:

Etapa TécnicaProcedimento OperacionalInstrumentação / MétodoEntregável Documental
1. Diagnóstico PreliminarMapeamento dos postos críticos e entrevistas com operadoresInstrumentos de triagem técnica e filmagens in locoRelatório de Triagem da AEP
2. Avaliação QuantitativaMedição biomecânica de forças, ângulos e tempos de exposiçãoRULA / REBA / NIOSH / DinamometriaParecer Biomecânico com ART
3. Engenharia de CorreçãoAdequação de mobiliário, pausas e dispositivos de elevaçãoAjustes dimensionais e cronoanáliseMemorial Técnico de Intervenção
4. Validação & MonitoramentoReavaliação dos indicadores de absenteísmo e queixasEscalas perceptivas e auditoria periódicaRevisão Anual do PGR / AET

O Impacto no FAP, RAT e Prevenção de Passivos Previdenciários

A gestão técnica inadequada deste fator reflete-se imediatamente nas contas da empresa através da conversão de auxílios-doença comuns (B31) em acidentários (B91) por força do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP).

Essa conversão gera o recolhimento compulsório do FGTS durante o afastamento, garantia de 12 meses de estabilidade no emprego e a majoração do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), que pode dobrar a alíquota do RAT de 1%, 2% ou 3% para até 6% sobre o total da folha salarial. A atuação pericial preventiva neutraliza essa cadeia de prejuízos financeiros.

Como a HC Ergonomia Atua em Mato Grosso

Com sede estratégica em Cuiabá e atuação presencial em polos agroindustriais como Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Várzea Grande, a HC Ergonomia entrega suporte pericial e consultivo de alto padrão:

AUDITORIA INSTANTÂNEA DE VULNERABILIDADE (NR-17 / NR-1 / TRT-23)
⚡ Resposta Pericial em até 15 min

Simulador de Risco Trabalhista, Multas MTE e Impacto no FAP

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⚠️ GRAU DE RISCO: ELEVADOEstimativa baseada na NR-28 e Tabela de Nexos Previdenciários (NTEP)
Exposição a Multas de Fiscalização (MTE/DET):
R$ 13.360 a R$ 34.200 por posto avaliado
Impacto Anual em FAP / Sobrecusto RAT:
R$ 120.000 a mais de R$ 500.000 anuais na folha de pagamento
🔒 Sigilo profissional absoluto conforme Código de Ética CREFITO e CRPResponsável: Dr. André Luiz · CREFITO-9 MT / 28.451-F
ATENDIMENTO TÉCNICO EM MATO GROSSO

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